Algumas informações sobre aids, sífilis congênita e gestante HIV+ no Estado do Paraná, 1980-2004.
Entre 1984, ano do primeiro caso de aids no estado do Paraná, e 3 dezembro de 2004, diagnosticou-se cerca de 17.463 casos de aids (SINAN e SISCEL). O Estado do Paraná apresentou em 2004 taxa de incidência de 15,1/100.000 hab. A taxa de incidência da Região Sul para o ano de 2004 foi de 23,1/100.000 hab. enquanto que a do Brasil foi de 17,2/100.000 hab. As maiores taxas de incidência de aids no Estado do Paraná ocorreram nos anos de 2003 (20,3/100.000 hab.) e 2002 (18,8/100.000 hab.) respectivamente.
No estado do Paraná a razão entre os casos masculinos e femininos no
início da epidemia era de 16,0 homens para cada mulher e atualmente é da ordem de 1,3 homem para cada mulher.
Cerca de 658 casos de transmissão vertical do HIV já foram notificados no Estado.
O Estado do Paraná tem 1.310 casos de aids registrados no SISCEL, de 2001 a 2004, com linfócito T CD4+ menor de 350, que não estão notificados no SINAN, o que gerou aumento dos casos no Estado em 23,2% no período.
Os cinco municípios do Estado do Paraná que apresentaram o maior número de casos de aids acumulados até 2004 foram (casos acumulados/taxa média de incidência por 100.000 hab.): Curitiba (7.080/37,3), Londrina (1.320/22,0), Foz do Iguaçu (739/30,6), Maringá (680/21,2) e Paranaguá (673/51,2).
Entre os anos de 1996 e 2004 foram registrados 4.236 óbitos por aids no Estado do Paraná. A taxa de mortalidade (por 100.000 hab.) no ano de 2004 foi de 5,0 óbitos.
Em relação à sífilis congênita, o Estado do Paraná notificou entre os anos de 1998 e 2004 um total de 605 casos, apresentando em 2003 e 2004 taxa de incidência (por 1.000 nascidos vivos) de 0,7 e 0,3 casos, respectivamente. Entre os anos de 1996 e 2004 foi registrado total de 30 óbitos por sífilis congênita no Estado, com taxa de mortalidade (por 100.000 nascidos vivos) de 3,1 óbitos em 2004.
Em relação a gestante HIV+, o Estado do Paraná notificou, de 2000 a 2004, total de 898 gestantes.
Fonte: MS/SVS/PN-DST/AIds.
Fonte: Programa Nacional DST/Aids;
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